28.5.14

nao sei, ou sei.

O meu corpo quebra-se a cada palavra tua e desfaz-se a cada silêncio. Eu nao quero que a vulnerabilidade me caracterize, sou mais do que isso mas ha dias em que tudo o que sou se desmorona em consequência da tua distância. Quero continuar mas vejo-me sem forças, vejo-me rodeada de vontade que é só minha.. ah! e pudesse eu fazer tudo por ti e por mim. mas nao posso, nao tenho esse direito, "es meu" nao passa de um desejo porque na verdade nunca ninguém tem ninguém. Nao prolongues isto, fica porque queres, nao porque nao sabes. 
Entro numa atitude de desespero que guardo em mim cada vez que te peço segurança e tu transmites-me frieza, cada vez que te pergunto o que fazer e tu alimentas mais as minhas duvidas. 
Os sentimentos de pouco adiantam se nao ha vontade. A minha esta aqui, talvez ate demais por me levar a estes extremos mas e a tua? Onde andas tu cheio de vontade de mim? Onde andas tu comigo? Nao estás, ou estás, ou nao sei. É isto que me devora. 

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