18.1.14

E aqui estou eu, de novo, para desabafar. Vou-me dirigir a ti porque na verdade é para ti que escrevo.
Nem sei bem o que quero escrever, as palavras não se soltam tão facilmente como as lágrimas. Quero-te por perto, cada vez mais perto de uma forma inexplicável. Apenas não me deixes, não me abandones como se tudo já tivesse passado, não desistas à primeira dificuldade. Amo-te de uma forma incrível e vejo em ti mais do que alguma vez quis. Alias, nem me imagino sem ti, comigo. Eu quero dizer-te tanta coisa que não sei, quero dizer-te tudo para que fiques comigo, como sempre disseste que estarias.

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